domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Deserto II



Após 430 anos de escravidão no deserto o povo judeu foi liberto, e para chegar à terra prometida, Canaã, havia de passar pelo deserto. Essa passagem é muito conhecida e muito usada em sermões.  Muitos citam que para chegar à promessa de Deus, precisamos passar pela luta. Há também aqueles que frisam a provisão de Deus no tempo da dificuldade. Certamente essas observações são excelentes e são de grande edificação. Porém vamos analisá-la de outra perspectiva, a intimidade adquirida no tempo da provação.

Durante 40 anos o povo peregrinou no deserto. Nesse período de tempo foi grande a intimidade entre o povo e o seu Deus. Foi no deserto que o povo viu o mar se abrindo perante os seus olhos e também se fechando sobre o faraó, libertando assim do inimigo poderoso. Foi no deserto que o povo pode descansar sob a nuvem e se aquecer e obter a direção da coluna de fogo que ia adiante deles. Foi no deserto que eles conheceram o maná, e tomaram da agua da rocha.

Muitas foram às dificuldades dos judeus no clima árido (umidade relativa do ar em menos de 20% e a vegetação é rara). E foi nesse momento de intensa necessidade que eles viram a atuação divina. Eles estavam face a face com a nuvem (representação de Deus no Antigo Testamento), tinham contato intimo com o glorioso Deus!

Então podemos dizer que na dificuldade Deus vai se manifestar e nos tirar do deserto? Não! Ele vai atravessá-lo conosco. Vai mostrar que seu poder está acima de tudo e de todos. Ele vai nos conduzir até a terra que nos prometeu, e durante esse percurso Ele vai nos mostrar como se importa conosco, como seu amor é real e verdadeiro. Vai nos guiar com a sua Luz, nos proteger do frio com o seu Fogo, nos alimentar com sua Presença.

Se a luta é grande, pense que a intimidade a ser adquirida é muito maior! O importante não é o tamanho do deserto a ser atravessado, importa que Deus, que criou os céus e a terra, estará nos guiando.

“Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite” Êxodo 13:22

“Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu.” Joao 6:31

“E não tinham sede, quando os levava pelos desertos; fez-lhes correr água da rocha; fendeu a rocha, e as águas correram” Isaias 48:21

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O Deserto



 O deserto não é um ambiente muito visitado por suas condições extremas e aparência pouco amigável. Passamos rapidamente por esse ecossistema, julgando que nada pode ser aprendido. Muitas vezes o associamos a solidão e a morte. Um local onde a vida é quase impossível.

Essa aparência “desagradável” e solitária é própria da paisagem e dos animais que habitam nesses locais. Espécies endêmicas, ou seja, encontradas apenas em determinado ambiente, são encontradas nos desertos. São serpentes, lagartos, escaravelhos, vegetais e outros. Encontramos também homens de espécie rara, os homens de Deus.

Muitos homens que Deus usou poderosamente foram primeiramente encontrados nos desertos, como: João Batista, Moisés, Davi e Elias. Todos esses indivíduos passaram algum tempo de sua existência no mesmo local, o deserto. Qual será o significado desse local para a vida de cada um deles?

Cada um desses homens viveu e passou pelos desertos em tempos distintos, mas o sentido foi mesmo para todos. Eles estavam sozinhos, havia pouca disponibilidade hídrica, escassez alimentícia e o clima era devastador. Sendo assim, eles passaram dificuldades em todas as áreas que o ser humano possui. Então o deserto pode ser entendido como um castigo para todos eles? Certamente que não.

Deus levou cada um desses homens para o deserto para tratá-los individualmente. Foi necessário estar em um ambiente onde as interferências externas fossem nulas. As pessoas que costumam nos desanimar ou então aquelas que recorremos quando estamos abatidos, não estavam presentes. Os alimentos sublimes que nos levam a gula, também não existiam. Todas as influências foram excluídas, para que Deus fosse o único foco desses homens.

“O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus treina seus líderes mais importantes” [1]. Esses homens foram levados para um local longe de todas as interferências para que Deus trabalhasse com total liberdade na vida deles. Certamente foi um tempo difícil, pois eles estavam longe dos amigos, banquetes, família, etc. O tempo que cada um ficou na escola do Espirito Santo foi variado, já que cada um foi usado de forma diferente.

 Após esse período de aprendizado, cada um deles retornou para sua antiga cidade ou foi direcionado para outro local. A antiga cidade recebeu um novo homem. Uma pessoa que passa pelo deserto, de maneira nenhuma retorna igual. Aquele que estuda na escola do Espírito Santo é capacitado para realizar grandes coisas.

“Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam” [Salmos 23:4].

Elias foi usado por Deus para trazer a mensagem de Deus ao povo. Por meio dele o Senhor fechou os céus e fez descer fogo! Moisés Deus usou para tirar seu povo do Egito, e levá-los à terra prometida. Davi foi o homem que consolidou o território israelita e considerado como um homem segundo o coração de Deus. João Batista preparou o caminho para o Messias, aquele que trouxe salvação para a humanidade.

Se você está passando por um momento difícil em sua vida, um deserto fique contente, pois Deus o está treinando para realizar grandes coisas!




[1] Paulo, o maior líder do cristianismo – Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Legado



A vida é passageira, como o salmista diz: “Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!” [Salmos 90:10]. Nossa estadia nessa terra é curta, num instante estamos saudáveis e alegres, em outro estamos voltando ao pó da terra. Contudo, podemos fazer muito nesse curto período. Poderia utilizar inúmeras passagens bíblicas, citando pessoas como: Estevão, Pedro, Josué, Davi, Paulo, João, Samuel e ainda nosso Senhor Jesus Cristo. Pessoas que marcaram sua geração, e transmitiram ensinamentos e práticas a outros, ou seja, deixaram um legado. No entanto, vamos conhecer o legado de outra pessoa...

Nossa história se inicia no interior de Minas Gerais, mais precisamente em Mar de Espanha. Essa pacata cidade da zona rural de Juiz de Fora, foi à residência de uma pessoa que marcou a vida de muitos. Josefina Bortolotto Kaiser, casada com Agenor Kaiser, mãe de 10 filhos, muitos netos e alguns bisnetos. Durante sua vida, ela marcou a vida de todas as pessoas que com ela se relacionaram. Sua alegria contagiante, simplicidade e força eram traços marcantes. Entretanto é impossível falar de Dona Nininha sem lembrar-se da vida de oração que ela levou. Após os cultos familiares, que eram realizados em sua residência, ela ainda se ajoelhava em seu quarto e orava por todos os filhos, netos e bisnetos. Essa história durou 95 anos.

Infelizmente, por uma fatalidade Josefina Kaiser partiu para a glória. Toda a família se reuniu na cidade de Mar de Espanha para realização do sepultamento. Após a cerimônia, uma roda se formou, todos os familiares se encontravam contanto histórias sobre como foram impactados pela vida de Josefina Kaiser. Os filhos contavam como sua mãe cuidou de cada um de maneira singular, os sustentavam em oração, e ainda “puxava a orelha” de cada um por não visitar os irmãos de sua cidade. Os netos se lembraram dos momentos em que conversavam com sua avó, e como foram ensinados por seus pais a servir ao Senhor, fruto dos ensinamentos de dona Nininha.

Ao final, percebemos que não fosse à vida de Josefina Bortolotto Kaiser, nenhum dos presentes estaria naquele local. Ela nos uniu, sustentou em oração, ensinou a lutar e a vencer na vida, importância da família, buscar a Deus de forma simples e sincera.

Gostaria de ressaltar um acontecimento. Momentos antes de partir, ela participou do culto na igreja batista. Comeu o pão e tomou o cálice, participando da ceia do Senhor. Por fim, o pastor questionou os presentes sobre quem estava certo de sua salvação. Josefina Kaiser foi a primeira a levantar a mão, e com um sorriso no rosto afirmou estar certa de sua salvação!

Ela deixou-nos um modelo de vida a ser seguido, ou seja, ela nos deixou um Legado.

Obrigado por tudo, querida vovó.

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé”. [2 Timóteo 4:7]

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ciencia Infundada - Jonatas Kaizer e Carolina Leonel



Os vultosos avanços científicos que marcaram os últimos séculos foram responsáveis por tornar o homem dependente de seus métodos e análises. Influenciados por teorias que ditam nosso estilo de vida e nossas condutas, deixamos de lado a crença em Deus.

As ciências se reproduzem aumentando a complexidade em assuntos cada vez mais específicos. As análises ficam meticulosas e, no entanto, existe apenas uma ínfima tentativa de fundamentar a realidade. Destarte, a pergunta que surge é sobre que base à ciência se funda e será que realmente a crença em Deus e na Bíblia Sagrada são falácias? Analisemos o assunto.

A ciência proposta pelo homem possui um método, ou seja, um modo de pesquisa e estudos específicos. É importante frisar que todo o conhecimento humano é baseado em estudos sobre a observação de hipóteses do funcionamento da realidade. Na maior parte dos campos de estudo a ciência reproduz um método matemático de onde se cria uma teoria que, em regra, visa ser aplicada em um maior número de casos possíveis.

Desse modo, observemos a falta de fundamento da ciência em detrimento do cristianismo. “Carlos II, um dos homens mais perspicazes que já governaram a Inglaterra, tinha grande interesse pela ciência. Certa vez ele convocou os membros da recém-criada Real Sociedade e lhes pediu para explicar por que um peixe morto pensava mais que um vivo. Os cientistas reunidos apresentaram várias teorias engenhosas e plausíveis. Então Carlos II informou que o peixe morto não pensava mais. Os cientistas não acharam graça, mas o rei se divertiu. Em The Death of economics (editora Faber, 230 páginas), o destacado economista Paul Ormerod argumenta que a economia se parece muito com o problema do peixe morto: consiste em elaborar uma estrutura teórica com base num pressuposto totalmente falso”. [1]

Parafraseando Alasdair acredito que a ciência também se assemelha ao problema do peixe morto: sua estrutura teórica é elaborada com base em um pressuposto totalmente falso. Vamos tomar por base o grande filósofo Karl Poper, que desenvolveu a teoria do falsificacionismo. Sua teoria é baseada na validade das teorias científicas que são propostas, sendo que toda e qualquer teoria pode ser “falsificada”. Segundo a proposição poperiana, uma teoria é aceita e validada pela comunidade científica até que se manifeste outra teoria “melhor”, falsificando assim a primeira.

Muitos cientistas afirmam que a Bíblia Sagrada é um livro obsoleto, incoerente, contraditório e meramente histórico, isso se deve ao fato de ela não possuir provas científicas. De fato para que algo detenha credibilidade são necessárias provas, mas temos de atribuir a metodologia correta para tal comprovação. Para eventos científicos são necessários testes repetitivos à mesma condição de tempo e espaço, ou seja, analisar uma sequência de eventos que podem ser repetidos inúmeras vezes e compilar um relatório sobre os experimentos. Diferentemente dos eventos científicos, os manuscritos sagrados tem de ser examinados de acordo com outros escritos históricos como, por exemplo, as obras de Platão[2], Heródoto[3], Sócrates[4], Aristóteles[5] e outros. 


As obras de Heródoto são muito antigas e possuem poucos exemplares para análise e comparação. Os escritos de Aristóteles foram redigidos por volta do ano 343 a.C, porém a cópia mais antiga que se conhece é datada do ano 1.100 d.C, ou seja, um hiato de 1.400 anos. Existindo apenas cinco exemplares, sua análise pode ser facilmente comprometida.

          O lapso de tempo entre os fatos bíblicos e seu registro é muito curto, evitando assim o comprometimento de informações. O último evangelho a ser escrito foi Lucas, no ano 70 d.C. Lucas foi  médico, historiador e geógrafo, em detrimento de suas habilidades ele descreveu com maestria as regiões percorridas por Jesus. Um grande cientista chamado Sir William Ramsey, se propôs a “desmascarar” a Bíblia Sagrada a partir do livro de Lucas, alegando incoerência, incompatibilidade de dados e fatos contraditórios. No decurso de seus trabalhos de campo, ele comprovou a exatidão de Lucas ao descrever o relevo, vegetação e cultura e personagens contemporâneos. Ao final de suas expedições Sir William tornou-se cristão, alegando que era impossível duvidar dos escritos bíblicos.

         Atualmente são conhecidos 20.000 manuscritos do Novo Testamento. Comparando-se qualquer texto da Bíblia com esses manuscritos há de perceber que a fidelidade é incrível. O texto original e suas cópias são idênticos, em detrimento do curto período em que os fatos ocorreram e foram registrados. No final do livro de Apocalipse, o profeta João alerta para possíveis alterações “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.” (Apocalipse 22.18-19)

       Os manuscritos do mar morto encontrados em 1947 por beduínos árabes  em Israel, especificamente na região noroeste do mar morto, contêm fragmentos de todos os livros das escrituras hebraicas, com exceção do livro de Ester. Os pergaminhos foram escritos entre o séc. III a.C e séc. I d.C. São os relatos mais antigos encontrados até hoje e comprovam a veracidade e unidade do texto bíblico que permanece inalterado.

        É preciso afirmar que confiar em Jesus Cristo não significa ter uma fé irracional ou uma crença cega em dogmas inventados pelo homem. Acredito no cristianismo porque ele é o modo de vida que mais foi contestado ao longo da história e ainda sim o seu livro, a Bíblia Sagrada, permanece vivo, absolutamente crível e aplicável. Nenhuma ideologia é suficientemente completa como a mensagem de amor de Deus por nós.

       Diferente de toda produção filosófica, a Bíblia não é especulação, mas é a revelação de Deus. Cerca de 1500 vezes a própria Bíblia afirma ser a palavra de Deus. Quando partimos do pressuposto de que Deus existe e é infinito, sendo que nós seres humanos somos finitos, cogitamos que somente é possível ao homem conhecer a Deus pela própria revelação de Deus à humanidade.

      Segundo a Bíblia, Deus se revela através da natureza: “ Os céus proclamam a glória de Deus, o firmamento anuncia as obras de suas mãos.” (Salmos 19:1) É impossível contemplar a natureza e afirmar ser ela obra do acaso. A natureza é a própria manifestação de amor do arquiteto do universo.

      "Eu acredito no Cristianismo como acredito no brilho do sol, não simplesmente porque eu o veja, mas porque, através dele, posso ver todas as outras coisas." C.S. Lewis.
 

[1] Alasdair Palmer, trad. Para o Jornal da Tarde, 1996.

[2] Filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental.
[3] Geógrafo e historiador grego, continuador de Hecateu de Mileto, nascido no século V a.C. (485?–420 a.C.) em Halicarnasso (hoje Bodrum, na Turquia).
[4] Filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, e um dos fundadores da atual Filosofia Ocidental.
[5] Filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, a poesia, o teatro, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O verdadeiro pródigo

     A parábola do filho pródigo, localizada no capítulo 15 do evangelho de Lucas, é muito conhecida por todos os cristãos. Trata-se de um jovem que reclamou sua herança enquanto seu pai ainda estava vivo. Saindo de casa, ele curtiu a vida e aproveitou ao máximo os prazeres desse mundo, até que seus recursos findaram. Logo, seus amigos e felicidade também desapareceram. Abatido e desmotivado ele retorna a casa de seu pai, na esperança de trabalhar como um de seus empregados. Seu pai o estava esperando de braços abertos e realizou um banquete para comemorar o retorno de seu filho perdido. No entanto seu irmão, que até então pouco apareceu, se revolta contra a festa e a atitude de seu pai.

     Essa história contada por Jesus nos revela muito sobre a caminhada cristã. Somos instruídos sobre a transitoriedade dos prazeres terrenos, perigo da rebelião, obediência aos pais... Contudo, o cerne dessa parábola está na Graça.

     Nós somos o filho mais jovem que desperdiçou a herança de nosso Pai, caminhamos por veredas tortuosas que conduzem a morte, praticamos atos que entristecem a Deus, gastamos nossos dons e talentos em atitudes que não agradam a Deus. Éramos merecedores da condenação eterna, destinados ao fogo que nunca se apaga, pois “Porque o salário do pecado é a morte...” [Romanos 6:23a]. Porém o versículo continua, e nos mostra que recebemos a vida eterna da parte de Deus, por intermédio de seu Filho amado, “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” [Romanos 6:23b].

     Graça é quando recebemos algo de forma imerecida, ou seja, de forma alguma deveríamos receber algo de alguém, no entanto a recebemos sem restrições. O filho desperdiçou a herança, abandonou seus parentes, praticou atos pouco honrosos, porém seu pai não considerou nenhum desses elementos, apenas abraçou seu filho e o amou. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” [João 3:16].

     Uma curiosidade. Inicialmente os capítulos da bíblia não eram divididos e também não possuíam títulos, esses complementos foram inseridos após a circulação dos livros. Sendo assim a história contada por Jesus não se chama “O filho pródigo”. O termo Pródigo significa: “Que ou aquele que despende excessivamente; dá espontaneamente;”.

     O verdadeiro pródigo dessa história é o nosso Deus, pois Ele despendeu excessivamente seu amor de tal maneira que deu espontaneamente seu Filho amado para que toda a humanidade fosse salva!