terça-feira, 1 de maio de 2012

Homens de Deus



Muitos homens já passaram pela face da terra. Alguns deles se destacaram em alguns aspectos, e outros passaram despercebidos. Podemos citar os grandes cientistas Einstein, Newton, Kepler, Pasteur, Thomas Watson e muitos outros. Temos ainda os esportistas, políticos, economistas, e etc. É fato que em toda e qualquer época algumas pessoas se destacaram dentre as outras.

Será que existe alguma mágica ou truque que explique esse sucesso? Acredito que magia alguma seria capaz de tal feito. A grande questão está no empenho desses indivíduos em concluir seus objetivos. Se observarmos bem a vida dos grandes homens, encontraremos alguns pontos em comum, como: Responsabilidade, organização, comprometimento e dedicação.

A Bíblia Sagrada nos conta a história de muitos homens de Deus, que se destacaram em seu tempo. Josué, Davi, Elias, João Batista, Paulo, Estevão são alguns deles. E de forma semelhante, eles têm algo em comum, responsabilidade, organização, comprometimento e dedicação. Esses homens eram responsáveis quanto ao ministério da palavra, a qual anunciava destemidamente “Eles estavam muito perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos” [Atos 4:2]. Organizados no sentido de não promoverem guerras e revoltas, anunciavam a paz de Cristo, "Quando entrarem numa casa, digam primeiro: Paz a esta casa” [Lucas 10:5]. Comprometidos com as pessoas envolvidas na obra de Deus, já que “Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade” [Atos 2:45]. Podemos ressaltar a dedicação de cada um deles quanto ao ministério particular, ou seja, “E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres” [Efésios 4:11].

Cada um desses homens detinha alguma característica que o tornava único. Então Deus nos usa de acordo com nossas qualidades e méritos? De forma alguma. Através da graça redentora é que o Senhor nos usa. Temos apenas dois deveres, “Por isso dediquem-se com zelo a amar o Senhor, o seu Deus” [Josué 23:11], ou seja, vida com Deus precede trabalho para Deus. “Quando vocês forem levados às sinagogas e diante dos governantes e das autoridades, não se preocupem com a forma pela qual se defenderão, ou com o que dirão, pois naquela hora o Espírito Santo lhes ensinará o que devem dizer" [Lucas 12:11-12], ou seja, se dispor para a obra de Deus, pois a qualificação provém do Pai.

Os verdadeiros homens de Deus são aqueles que não desejam seus nomes gravados na história, pelo contrário, importa que o nome do Senhor seja glorificado e exaltado, “É necessário que ele cresça e que eu diminua” [Joao 3:30].

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amizade profunda



Amigos são aquelas pessoas que sempre estão presentes em nossa vida. Na infância temos os companheiros de brincadeiras, na adolescência os amigos de travessuras e na juventude os amigos que conhecemos na faculdade. Contudo, essa regra não é geral, existem amizades que surgem em nossas vidas sem a menor explicação, e encontramos um amigo mais chegado que um irmão, até o final da vida.

É engraçado quando vemos dois grandes amigos conversando entre si, pois existe um vocabulário próprio, modo de falar semelhante, expressões faciais únicas e assuntos que só existem entre eles. Um episódio chamado “Chris e Greg” do seriado “Todo mundo odeia o Chris”, expressa exatamente esse fato, já que mesmo sem a presença do amigo, as pessoas os cumprimentam por “oi Chris e Greg”. A amizade deles é tão profunda e verdadeira, que as pessoas ao redor não conseguem distinguir apenas o individuo, apenas os amigos “Chris e Greg”.

A caminhada cristã é semelhante, pois em várias fases desse percurso encontramos amigos e companheiros, sendo que alguns são passageiros e outros levaremos por todo caminho. Entretanto alguns de nossos melhores amigos podem desaparecer de nossas vidas por uma série de variáveis. Infelizmente a vida pode nos deixar órfãos de amigos, e esse é um momento triste, pois caminhar sozinho é terrível. Espere, uma voz baixinha começa a ecoar em nossos ouvidos, e ao olhar para o lado percebemos que ainda existe um amigo, Ele não nos deixou! Jesus Cristo sempre esteve conosco, ao nosso lado.

Decidimos então continuar a caminhada, mas não sozinhos, agora temos um grande amigo ao nosso lado. A caminhada é longa, o percurso é cheio de altos e baixos, momentos de alegria e tristeza, festa e luto, fartura e escassez, “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade” [Provérbios 17:17]. Entretanto Jesus está sempre ao nosso lado, não importando a situação.

Ao longo do caminho a amizade vai se fortalecendo, juntos passamos por inúmeras situações, e começamos a estabelecer assuntos próprios, a confiar, reconhecer expressões únicas e um modo de falar exclusivo. Logo somos reconhecidos por nossa amizade, somos “Chris e Greg”.

Algumas pessoas decidiram caminhar com Jesus, e adquiriram tal nível de amizade que seu modo de falar foi totalmente transformado, como Pedro, tentando disfarçar sua relação com Jesus, mas “Pouco tempo depois, os que estavam por ali chegaram a Pedro e disseram: Certamente você é um deles! O seu modo de falar o denuncia" [Mateus 26:73]. Temos ainda o grande apóstolo Paulo, foi um grande amigo de Cristo, pois ele ouvia a voz de seu amigo, e confiava n’Ele. Dessa forma a amizade se tornou tão profunda que “Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, de modo que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os enfermos. Estes eram curados de suas doenças, e os espíritos malignos saíam deles. [Atos 19:11-12].

Deus nos chama para uma amizade íntima, pura e verdadeira, porém é preciso pensar bastante para ingressar nessa amizade, pois ela mudará por completo nossa vida! Se realmente levarmos a sério esse relacionamento, todas as áreas de nossa vida serão drasticamente mudadas. “Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido” [João 15:15] .

domingo, 25 de março de 2012

É de Graça!



Compre 3 leve 4! Adquira esse item e leve outro inteiramente de graça! Quem nunca se deparou com uma propaganda assim? Supermercados, lojas de conveniência, postos de gasolina, e muitos outros estabelecimentos utilizam essa ferramenta para atrair a clientela. Vendo essas promoções eu me pergunto, será isso verdade? Concederão-me outro produto, sem custos? É evidente que não, estabelecimentos comerciais visam lucro, dessa forma o produto “de graça” será pago por outra pessoa.

Não entendemos muito bem esse mecanismo de troca, será que alguém estaria disposto a pagar certo valor por mim? Seria possível? Quem seria tão bondoso assim? Esses questionamentos são comuns, ainda mais no contexto social em que vivemos. Não vemos mais pessoas caridosas e dispostas a ajudar o próximo. Infelizmente estamos presenciando exatamente o oposto. O ser humano tem perdido o sentimento de compaixão. Espere, o que significa isso? É exatamente disso que gostaria de tratar, Compaixão.

O dicionário nos traz essa definição: “Sentimento de pesar que nos causa os males alheios; comiseração, piedade, dó”. É exatamente o que tem faltado nos dias de hoje, não há dentro do ser humano o pesar para com a situação do próximo. Não mais nos importamos se o outro está passando por lutas ou dificuldades. Quantas vezes alegamos para nós mesmos, “já tenho muitos problemas, não preciso de mais, desculpe não posso te ajudar”. Esse cenário já é bastante conturbado, contudo ele se torna ainda pior. A falta de compaixão atinge seu nível crítico quando a inconformidade avassaladora invade nosso coração. Não importa se o outro está mal, mas se ele encontra misericórdia isso nos afeta de maneira sobrenatural. Imediatamente nosso coração retruca, “ele não merecia! Estou me esforçando tanto, por que não eu?”. Vamos observar uma passagem bíblica.

Mateus 20:1-16 conta-se a história de alguns trabalhadores que foram contratados para trabalharem no campo. Alguns foram primeiro e outros depois. Terminado o serviço, os primeiros esperavam receber uma quantia maior, pois trabalharam mais. Contudo, o dono do campo lhes pagou o mesmo salário que os demais. Inconformados, eles começaram a reclamar e se diziam injustiçados.

"Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário? Receba o que é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo que lhe dei. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso? ’ Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos". [Mateus 20:13-16].

A compaixão entra em conflito com a meritocracia, ou seja, eu ou qualquer outro seremos recompensados a partir dos esforços dispendidos, não há outra possibilidade de êxito além. Diferentemente, a compaixão diz, é de graça, eu estou disposto a pagar o preço em seu lugar, tenho piedade de ti.

Jesus Cristo teve compaixão de nós! Nossos próprios esforços nos levariam para a perdição total, mas Ele resolveu pagar o preço em nosso lugar. Cristo pagou o preço, seu sangue pelo nosso, levou a morte para que tivéssemos vida! “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus”. [Romanos 3:23-24]. Sendo assim, recebemos o dom da vida, e foi de graça! A graça de Deus é totalmente incompreensível, ela se mostra contraria a tudo que a sociedade atual nos ensina. Não são nossos esforços que nos garantirão sucesso, “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”. [Romanos 8:37].

Cristo nos ensina a viver uma vida de amor e compaixão, nos importar com o próximo e sermos piedosos. Ele nos deu o exemplo, cabe nós segui-lo.

“E, se é pela graça, já não é mais pelas obras; se fosse, a graça já não seria graça”. [Romanos 11:6]

quinta-feira, 22 de março de 2012

Prato de lentilhas




O corpo humano é capaz de se adaptar a grandes variações no ambiente, seja de temperatura ou de umidade. Há indivíduos que habitam nas áreas mais remotas do planeta, nos pólos temos os esquimós, nos desertos temos os beduínos, e vários outros locais. Para que esses povos sobrevivam nesses ambientes a alimentação deles obedece ao princípio básico das três refeições diárias, [café da manhã, almoço e jantar] do contrário o corpo humano não seria capaz de resistir às situações extremas.

A falta de certos nutrientes ao corpo do ser humano podem causar várias disfunções, e persistindo a carência, a morte é certa. Os elementos básicos a nossa sobrevivência são encontrados nos alimentos, ou seja, a precariedade ou inexistência de uma alimentação básica levarão o indivíduo à fraqueza, disfunções, e por fim ao óbito. Para saciar sua necessidade por alimento o homem é capaz de realizar tudo, até mesmo vender seus princípios e valores.

A Bíblia nos conta em Gênesis, capitulo 25, a história de dois jovens, Jacó e Esaú. Dois irmãos de comportamentos distintos, sendo o Jacó pastor de ovelhas e o Esaú caçador. Após um dia árduo de caça, Esaú retorna a sua tenda ávido por uma refeição. Seu corpo clama por alimento, para que suas forças sejam renovadas. Ao ver seu irmão Jacó preparando uma sopa de lentilhas, ele lhe pede um pouco. Vendo a fragilidade de seu irmão, Jacó cede um prato de lentilhas em troca do direito de primogenitura, ou seja, a benção do sacerdotal que o pai concedia ao filho mais velho. Esaú, desesperado e fraco, aceita a oferta de seu irmão.

A falta de alimento gera no ser humano uma fraqueza mortal. Da mesma forma nosso espírito necessita se alimentar. Nosso pão diário é a palavra de Deus. O meditar na palavra deve ser diário, para que nosso espírito se fortaleça. A cada dia devemos nos alimentar das palavras que trazem vida eterna, “Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida” [Joao 5:24]. Os elementos básicos para nosso espírito são encontrados na Bíblia, é nesse alimento que encontraremos força para sobreviver nas situações mais extremas da vida, sejam quando passarmos por desertos, atravessando mares, batalha contra inimigos, e muitas outras situações.

Semelhantemente, se não nos alimentarmos da palavra de Deus, estaremos fracos, e susceptíveis a desfalecermos. Estaremos fracos frente às investidas de Satanás, nossa resistência estará baixa, logo o trabalho do inimigo será facilitado. A fraqueza de espirito provoca em nós uma distorção de valores e princípios, podendo chegar ao ponto de trocar a benção do Senhor que é eterna por algo passageiro.

“A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” [Salmo 199:105]. A palavra de Deus é o alimento que fortalece nosso espírito e corpo, e também a luz que nos direciona para o caminho da vida eterna.

Alimente-se dia após dia, para que seu corpo e espírito estejam fortes no Senhor.


domingo, 18 de março de 2012

Moralismo Puro e Simples


 
Certa vez um amigo veio conversar comigo, contar sobre algumas atitudes que ele tinha tomado e que não eram corretas. Ele estava chateado e visivelmente incomodado, foram atitudes ruins. Como todo bom amigo eu o escutei. Após o desabafo eu poderia seguir dois caminhos, mostrar-lhe o erro e como superá-lo ou então me colocar no lugar dele e enfrentarmos essa dificuldade juntos.

Geralmente quando alguém decide conversar conosco sobre determinadas situações, eles já sabem onde estão falhando e como devem proceder para reparar esse problema. Entretanto nós somos moralistas, apresentando a porção moral da situação, ou seja, dizemos que não podemos continuar procedendo dessa maneira e que o Senhor não se agrada de tais atos.

O dicionário define moralismo como: Atitude ou sistema baseados na preeminência da moral; Formalismo moral.

Devemos exortar nossos irmãos, a Bíblia nos diz “Não repreenda asperamente ao homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos” [1 Timóteo 5:1], mas qual o sentido exato de exortar? A falta de conhecimento leva muitos a crerem que exortar é apontar o erro do seu irmão. Porém o real sentido de exortar é encorajar! Devemos então encorajar nossos irmãos na fé.

Nós que somos discípulos de Cristo, devemos proceder da mesma maneira que o nosso mestre. Jesus estava no monte das Oliveiras. Nesse local os mestres da lei e os fariseus trouxeram para o meio do povo uma mulher apanhada em adultério. Eles apresentaram a lei e afirmaram que ela deveria ser apedrejada. Esses homens agiram conforme suas doutrinas moralistas. Entretanto Jesus agiu de forma diferente, Ele disse "Eu também não a condeno. Agora vá e abandone sua vida de pecado" [João 8:11].

Devemos exortar, encorajar, nossos irmãos a cada dia e em todos os momentos, não importando as circunstâncias. Cristo nos ensinou que não devemos condenar ninguém, independente das práticas. Apenas ao pecado e a vida indigna é que devemos repudiar.

A vida cristã nos ensina a pureza e a simplicidade do amor. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta
[1 Coríntios 13:4-7].

quinta-feira, 15 de março de 2012

Escolhas e Afazeres



São 7:00 da manhã, o despertador toca. Nem começamos o dia e temos que fazer a escolha de levantar para cumprir nossos afazeres diários ou continuar na cama. O café da manhã também nos oferece um grande numero de opções, pão integral ou francês, maionese ou margarina, leite ou café, e muito mais. Até chegar ao nosso destino, surgem novas escolhas, conversar com a pessoa ao lado, escutar música ou apenas dormir. A cada dia somos submetidos a dezenas de escolhas, e cada uma possui um resultado.

Os dias atuais estão cada vez menores, pelo menos é o que as pessoas dizem. São tantas tarefas que 24 horas apenas não são suficientes. Trabalho, família, amigos, faculdade, igreja, projetos particulares... São tantos projetos em nossa vida que às vezes a ansiedade e os muitos afazeres nos deixam afobados e nos impedem de concentrar no que realmente importa.

Esse cenário não é exclusivo de nossa geração, vamos analisar uma história semelhante: “E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. [Lucas 10:38-42].

Todos nós possuímos planos, projetos e desejos, e foi o próprio Deus que nos proporcionou tais coisas. Foi o Senhor que nos concedeu emprego, amigos, faculdade, namoro, família, todas as coisas! Entretanto, muitas vezes nos esquecemos do principal, buscar a Deus.

As muitas coisas acabam nos sufocando, e esquecemos que Jesus está bem perto de nós, querendo se relacionar conosco. Ele está hospedado dentro de nosso coração, mas esquecemos de conversar com o Pai e descansar n’Ele.

Marta se preocupou mais em agradar os convidados que acabou esquecendo-se de se relacionar com eles. Ela agiu como serva, e não amiga. Porém, Jesus não deseja servos, Ele nos chama para um relacionamento mais próximo, de amizade! “Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer” [João 15:15].

Não deixe que as muitas coisas o afastem da intimidade com Jesus, separe um tempo para seu melhor amigo, se assente aos pés de Jesus!